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Campeonato Mundial de Clubes
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Campeonato Mundial de Clubes: seleção do torneio

Chegou ao fim o Campeonato Mundial de Clubes, com o Chelsea sendo campeão diante do PSG. Confira a nossa seleção do torneio, contando com a presença de alguns brasileiros

Cinco representantes da equipe campeã

Posição

Jogadores

Goleiro

Bono

Lateral esquerdo

Marc Cucurella

Lateral direito

Acharf Hakimi

Zagueiro

Kalidou Koulibaly

Zagueiro

Alexander Barboza

Meio-campista

Vitinha

Meio-campista

Moisés Caicedo

Meia-atacante

Cole Palmer

Meia-atacante

Jhon Arias

Atacante

João Pedro

Atacante

Marcos Leonardo

Técnico

Enzo Maresca

Testado com frequência e sempre correspondendo

Eliminado nas quartas de final, o goleiro Bono precisou só de cinco jogos para realizar o segundo maior número de defesas no torneio, com 25, três a mais do que Robert Sánchez, por exemplo, goleiro campeão com os Blues.

Bono defendeu o pênalti no final do empate por 1-1 contra o Real Madrid na primeira fase, resultado crucial na classificação do Al-Hilal. Apesar dos três gols sofridos diante do Man. City nas oitavas de final, o goleiro marroquino foi um dos melhores em campo, não permitindo mais gols da equipe inglesa.

Representante de equipe brasileira na linha de defesa

Nenhum atleta do PSG foi particularmente bem na decisão. Dito isso, não se anula o bom desempenho de vários nomes ao longo do torneio e um deles é o lateral Achraf Hakimi, influente de uma maneira assustadora no ataque da equipe parisiense. Hakimi deixa a competição com quatro participações para gol em sete jogos.

Flexível a ponto de cumprir funções bem diferentes dependendo da partida, Marc Cucurella provou o seu valor como único lateral esquerdo de origem no elenco dos Blues. Cumprindo um excelente papel defensivo no mata-mata, Cucurella fica com essa vaga.

Se o Botafogo foi muito sólido defensivamente pela maior parte deste torneio, muito disso passou pelo trabalho de Alexander Barboza, destaque do Glorioso na competição. Além do seu excelente trabalho defensivo, Kalidou Koulibaly participou de gols nos dois jogos de mata-mata do Al-Hilal.

Mais representantes dos Blues

Os dois finalistas da competição possuem setores de meio-campo muito fortes, com Moisés Caicedo e Vitinha no centro das ações, dois jogadores bem diferentes, mas ambos entre os melhores do mundo naquilo que se propõem a fazer. Assim como Hakimi, Vitinha também mantém o seu lugar na seleção do torneio por tudo o que jogou na trajetória parisiense até a final, mesmo que o desempenho na decisão tenha sido longe do ideal.

Cole Palmer não vinha sendo necessariamente o principal atleta do Chelsea nesta competição e justamente na final ele lembrou o mundo do futebol do porquê é considerado o protagonista desta equipe, marcando dois gols e dando uma assistência no triunfo por 3-0 diante do PSG. Essa atuação por si só, considerando o peso de uma decisão, o credenciaria como um dos destaques do torneio e Palmer já vinha crescendo no mata-mata, inclusive deixando o seu contra o Palmeiras nas quartas de final.

Jhon Arias não tem os melhores números deste torneio, mas em um contexto no qual ele era a grande arma ofensiva do Fluminense, o seu desempenho merece ainda mais destaque, ajudando o Flu a chegar até a semifinal.

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Dupla de brasileiros no comando de ataque

Tomar conta da posição é o que João Pedro fez logo de chegada nos Blues, marcando três gols em duas partidas como titular na semifinal e final, ganhando essas chances após sair do banco muito bem na estreia contra o Palmeiras.

Em termos de impacto, dentro de uma amostra relativamente pequena, João Pedro se coloca sem sombra de dúvidas como um dos melhores jogadores da competição.

Quatro atletas diferentes dividiram a artilharia do torneio (Serhou Guirassy, Marcos Leonardo, Ángel Di María e Gonzalo García), cada um com quatro gols. Entre esses nomes, Marcos Leonardo e Guirassy foram os dois que marcaram três gols no mata-mata.

Até pelo feito que foi a classificação do Al-Hilal diante do Man. City por 4-3, com Marcos Leonardo guardado dois gols, o atacante brasileiro fica com a última vaga na lista, formando uma dupla de ataque ao lado de João Pedro.

Flexibilidade de Enzo Maresca foi determinante

Enquanto muitos esperavam uma postura mais cautelosa dos Blues na final, expectativa corroborada pela entrada de Reece James no time titullar no lugar de Christopher Nkunku, o Chelsea foi agressivo e pressionou o PSG desde o primeiro minuto de jogo.

Trazendo um plano específico para ferir os pontos fracos de seu oponente em cada jogo da fase mata-mata, Maresca tomou excelentes decisões ao longo do torneio e conquistou o grande título de sua jovem carreira como técnico.

Divisão por equipes

  • Chelsea: Marc Cucurella, Moisés Caicedo, Cole Palmer, João Pedro e Enzo Maresca (5)

  • Al-Hilal: Bono, Kalidou Koulibaly e Marcos Leonardo (3)

  • PSG: Achraf Hakimi e Vitinha (2)

  • Fluminense: Jhon Arias (1)

  • Botafogo: Alexander Barboza (1)

*Essa seleção foi escolhida por um escritor parceiro da Spotlight Sports Group.

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