Eleições estão marcadas para o dia 22 de junho. Ex-cartola do Milan é um dos nomes cotados para a sucessão
Após a derrota nos pênaltis para a Bósnia e o terceiro fracasso seguido em disputar a Copa do Mundo, o presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (2).
A medida foi considerada "necessária" após o desastre em Zenica, porém também foi motivada pela forte pressão política e da mídia. O agora ex-presidente havia declarado que não tinha a intenção de tomar essa decisão, mas as críticas generalizadas o forçaram a recuar.
Paralelamente à renúncia de Gravina, o ex-goleiro e ídolo Gianluigi Buffon pediu demissão do cargo de chefe de delegação da seleção italiana.
As eleições para decidir quem será o novo presidente da FIGC serão realizadas em 22 de junho.
Até o momento, Giovanni Malagò (ex-presidente do Comitê Olímpico Italiano), Giancarlo Abete (ex-presdiente da FIGC de 2007 a 2014) e Matteo Marani (presidente da Liga Profissional Italiana de Futebol) ocupam a preferência na disputa. Um pouco atrás, mas ainda presente, está o nome de Adriano Galliani, ex-cartola do Milan.
É provável que o treinador também se demita após o fracasso. A lista de possíveis sucessores ainda é um mistério, mas nomes como Stefano Pioli, Fabio Cannavaro, Roberto Mancini, Daniele De Rossi e até mesmo o do ítalo-brasileiro Thiago Motta já começaram a ser ventilados.