Veja quem são os principais jogadores da nova geração do adversário do Brasil na estreia
Os Leões do Atlas chegam à Copa do Mundo de 2026 com novos rostos, um novo técnico e uma missão clara: superar o feito histórico do Catar em 2022. Confira uma análise da seleção marroquina no Grupo C.
Quatro anos após surpreender o futebol mundial ao alcançar as semifinais no Catar, a seleção marroquina desembarca na América do Norte com um peso muito diferente nos ombros. O que no torneio anterior foi uma surpresa coletiva, agora se transformou em expectativa. Os torcedores marroquinos — e o resto do mundo — sabem que esta equipe tem potencial para ir longe.
A grande novidade para esta edição está no comando técnico. Walid Regragui, o arquiteto da façanha em Doha, deu lugar a Mohamed Ouahbi, de 49 anos, recém-coroado campeão mundial Sub-20. Sua tarefa é delicada: rejuvenescer o elenco sem perder a identidade competitiva que levou Marrocos a uma semifinal de Copa do Mundo.
A lista de 26 convocados para o Mundial mescla a experiência de nomes como Brahim Díaz, Achraf Hakimi e Ismail Saibari com perfis dinâmicos como Ayyoub Bouaddi e Yassine Gessime. O modelo de jogo proposto é claro: transição rápida, pressão alta e disciplina tática inegociável.
O novo formato com 48 equipes, que estreia nesta edição norte-americana, beneficia diretamente o futebol africano. Com mais vagas em disputa, o continente ganha uma presença inédita, e Marrocos assume o papel de porta-estandarte. A semifinal no Catar provou que uma nação africana pode competir de igual para igual com as grandes potências, sem que isso seja uma anomalia.
Agora, cabe à seleção do Magrebe demonstrar que aquele resultado não foi obra do acaso.
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bet365 News Team
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