Meio-campista do Newcastle acabou desperdiçando a cobrança
A eliminação do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo também ficou marcada pelo pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães ainda no primeiro tempo. Com o placar em 0 a 0, o volante teve a cobrança defendida pelo goleiro Orjan Nyland, levantando questionamentos sobre o motivo de ter sido o escolhido, e não Neymar ou Vinícius Júnior.
Após a partida, Davide Ancelotti, auxiliar técnico e filho de Carlo Ancelotti, explicou que a definição do cobrador já havia sido feita antes da bola rolar. Segundo ele, a comissão técnica estabelece previamente uma ordem para as penalidades e comunica a decisão aos jogadores durante a preleção.
É uma decisão predefinida, como fazemos em todos os jogos. Decidimos na preleção e comunicamos quem bate o pênalti. Depois, pênaltis podem ser perdidos. Acontece no futebol e hoje aconteceu
O auxiliar também reforçou que a responsabilidade pela escolha foi inteiramente da comissão técnica, afastando qualquer interpretação de que Bruno Guimarães tenha assumido a cobrança por iniciativa própria.
É uma decisão da comissão. Depois, os pênaltis se erram. Hoje aconteceu.
A defesa de Nyland acabou sendo um dos momentos decisivos da partida. Na etapa final, Erling Haaland marcou duas vezes para colocar a Noruega em vantagem. Neymar ainda descontou de pênalti nos acréscimos, mas o Brasil acabou derrotado por 2 a 1, dando adeus ao sonho do hexacampeonato.