Sinner, Djokovic, Alcaraz e outros nomes de peso ficaram fora do torneio em Montreal. Com isso, João Fonseca ganha uma chance de ouro
Antes do início do Masters 1000 do Canadá, uma série de desistências de grandes nomes mudou completamente o cenário do torneio. Jannik Sinner, Novak Djokovic e Carlos Alcaraz estão entre as principais baixas, enquanto outros jogadores do top 10 também optaram por não disputar o evento em Montreal. As ausências levantaram debates sobre o calendário do circuito e, ao mesmo tempo, abriram espaço para tenistas em ascensão, como João Fonseca.
A principal razão para as desistências é o desgaste físico provocado pelo calendário da ATP. O Masters do Canadá acontece logo após Wimbledon e poucos dias antes do Masters 1000 de Cincinnati e do US Open, levando muitos atletas a priorizarem descanso e recuperação para a reta final da temporada. No caso de Sinner e Djokovic, ambos confirmaram que a decisão foi tomada para preservar a condição física e chegar em melhores condições ao Grand Slam de Nova York.
Além deles, Carlos Alcaraz também ficou fora da competição, enquanto outros nomes importantes, como Daniil Medvedev, Taylor Fritz e Flavio Cobolli, não disputam o torneio. As ausências reacenderam críticas ao formato atual dos Masters 1000, que passaram a ter duração de quase duas semanas, aumentando a carga de jogos ao longo do ano.
Para João Fonseca, o cenário é bastante favorável. Sem vários dos principais favoritos na chave, o brasileiro ganha uma oportunidade maior de avançar às fases decisivas e somar pontos importantes no ranking da ATP. Embora o nível da competição siga elevado, com nomes como Alexander Zverev, Ben Shelton e Alex de Minaur, o caminho ficou menos complicado do que seria em uma chave completa.