Antes da final da UEFA Champions League 2025, em Munique, montamos um time combinado de Paris Saint-Germain e Inter de Milão com vários dos maiores astros da Europa.
Talvez a decisão mais difícil de todo o XI, já que tanto Gianluigi Donnarumma quanto Yann Sommer são goleiros de classe mundial.
Embora possa ser propenso a erros, o italiano de 1,96 metros de altura é uma verdadeira montanha entre as traves.
Ele fez inúmeras defesas cruciais nos dois jogos da semifinal contra o Arsenal e já provou no passado que, caso a final tenha de ser decidida em pênaltis, é uma das melhores apostas para estar no gol.
O marroquino está entre os melhores laterais do mundo há algum tempo.
Mais uma vez, foi difícil escolher entre ele e Denzel Dumfries, mas o sistema de quatro zagueiros se adapta um pouco melhor ao estilo do jogador do PSG.
Descendo pela direção do meio-campo, Hakimi domina praticamente todas as métricas em relação a seus colegas, situando-se no percentil 99 em toques na área adversária e ações que criam chance de chute.
O capitão do PSG é um dos únicos jogadores que se mantêm no clube desde o pré até ao pós-Kylian Mbappé no clube.
Marquinhos tem sido crucial para o sucesso do time de Paris ao longo dos anos e conquistou 10 títulos da Ligue 1 nesse período.
Sua habilidade com a bola, aliada à sua velocidade relativa para um zagueiro, faz dele uma peça determinante para a maneira como o PSG tenta jogar.
Desde sua temporada de estreia na Inter em 2019/10, Alessandro Bastoni provou ser um dos melhores zagueiros centrais do futebol mundial.
Sua habilidade com o pé esquerdo o torna um talento extremamente procurado e ele tem o físico necessário para acompanhar seus talentos com a bola.
O italiano tem sido um elemento chave de uma das unidades defensivas de mais sucesso da Europa, o que mais do que justifica seu lugar nesse onze.
Assim como Denzel Dumfries, Federico Dimarco pode ser mais adequado para a função de ala, mas é muito difícil deixá-lo de fora dessa escalação.
O jogador de 27 anos possui um pé esquerdo incrível e terminou com pelo menos 12 assistências para gol em cada uma de suas últimas três temporadas.
Mesmo com a incrível temporada de Ousmane Dembélé, é difícil não afirmar que Vitinha é o jogador mais importante do PSG.
Houve um momento em sua carreira em que parecia que seu progresso havia estagnado, mas agora - jogando em um dos melhores times da Europa - tudo passa por ele.
Sua ascensão para um lugar de destaque tem sido impressionante e, após estrear por Portugal apenas em 2022, ele é certamente um dos principais jogadores da seleção do país.
Os fãs de Fabian Ruiz talvez queiram desviar o olhar agora. Por mais brilhante que o espanhol seja, acho impossível deixar João Neves fora dessa equipe.
Com apenas 20 anos, ele provou ser um verdadeiro meio-campista de elite, conquistando a titularidade, com uma abundância de talento tanto no ataque quanto na defesa, e justificando a escolha de Luis Enrique.
É preciso ser um jogador ótimo para chegar ao nível do atual meio-campo do Paris Saint-Germain, mas Nicolo Barella é excepcional.
Com a capacidade de travar o jogo adversário, manter a posse de bola e ainda marcar gols, o italiano é tudo o que se deseja em um meio-campista moderno.
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Com um talento sempre evidente, as lesões acabaram sendo o fator de destaque na carreira do francês... até agora!
A temporada 2024/25 viu o atacante ganhar uma nova vida, marcando 33 gols e dando assistência para outros 13, em 48 jogos realizados.
Ele é um dos favoritos à Bola de Ouro e, se conquistar a UEFA Champions League, sua cotação irá, com certeza, disparar.
Não sendo apenas prolífico na frente do gol, o argentino incorpora tudo o que parece ser requisitado de um atacante moderno.
Ele parece tornar todos com quem joga um pouco melhores e tem se mostrado um verdadeiro líder desde que lhe foi confiada a capitania do time nerazzurri.
Maior artilheiro estrangeiro de todos os tempos da Inter de Milão na Europa, sua importância não pode ser subestimada.
O PSG pagou uma larga quantia para trazer o jogador da Geórgia para o Parque dos Príncipes, mas dá para entender por quê.
Sua capacidade de driblar o torna um dos jogadores mais empolgantes do momento, e, ainda por cima, ele combina isso com gols e assistências, como, por exemplo, no jogo de ida da semifinal, em Londres, assistindo Dembélé para o gol único do triunfo francês sobre o Arsenal.