Contrato do atacante vai até o fim de 2026
A renovação de Jonathan Calleri com o São Paulo voltou a enfrentar dificuldades. Apesar do interesse das duas partes em seguir juntas, as conversas esfriaram por conta da diferença entre a pedida do estafe do atacante e o que a diretoria considera possível dentro da realidade financeira do clube.
O principal entrave é o lado financeiro. Segundo o UOL, Calleri pede um salário de aproximadamente R$ 1,7 milhão por mês, além de R$ 9 milhões em luvas e bônus por metas. Internamente, o São Paulo considera os valores inviáveis e entende que, nas condições atuais, um acordo é improvável.
O cenário mudou em relação aos primeiros contatos pela renovação. O clube reduziu a proposta inicial, diminuindo o valor das luvas e retirando algumas bonificações, o que desagradou os representantes do argentino e fez as negociações perderem força.
Além disso, pendências financeiras entre o São Paulo e o jogador, como valores atrasados de direitos de imagem, também fazem parte das tratativas. Esses débitos são mais um ponto discutido antes de um eventual acordo.
Com contrato até o fim de 2026, Calleri já pode assinar um pré-contrato com outro clube. Ainda assim, o São Paulo mantém a esperança de chegar a um entendimento, embora a expectativa seja de que a negociação siga sem definição nas próximas semanas.