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Seleção Brasileira: Questões a serem respondidas na data FIFA de março

A Seleção Brasileira fará dois amistosos de peso diante da França e Croácia na última data FIFA antes da Copa. Essas partidas representam a oportunidade para responder várias questões quanto ao que se esperar desta seleção no Mundial

Hierarquia no gol

Embora seja questionado com mais frequência no contexto da Seleção Brasileira do que no seu clube, o goleiro Alisson não deixa de ser a escolha clara como a melhor opção na luta pelo Hexa. A ausência de Alisson nestes jogos contra a França e a Croácia, por lesão, gera a oportunidade para outros nomes se provarem.

Carlo Ancelotti definiu a convocação inicial com Alisson, Éderson e Bento. O goleiro Hugo Souza, do Corinthians, acabou sendo o escolhido para o lugar do arqueiro dos Reds e será interessante acompanhar se Ancelotti distribuirá chances para dois nomes diferentes em cada jogo ou se tentará consolidar um jogador como a segunda opção.

Por vários anos, Éderson foi claramente esse segundo nome, atuando em alto nível no Manchester City, um dos melhores times do mundo — Ederson, inclusive, chegou a competir com Alisson pela vaga de número um em determinados momentos. Agora já no Fenerbahçe, em um outro estágio da sua carreira, o goleiro de 32 anos não representa essa unanimidade, mas nenhum outro nome ainda se aproveitou completamente disso.

Bento chegou a parecer que tomaria a frente, já visando o futuro a longo prazo da Seleção Brasileira. Além de não encantar em determinadas oportunidades durante as Eliminatórias, ele até teve seu nome ventilado em possíveis transferências na janela de verão.

Por último, Hugo Souza, que também já foi convocado por Carlo Ancelotti, tem como seu maior trunfo a capacidade decisiva em disputas por pênaltis. Outras seleções já optaram por ter goleiros especialistas nesse quesito, como a Holanda de Louis van Gaal em 2014, mas isso normalmente é a exceção com treinadores relutantes em fazer algum tipo de alteração na reta final de partidas incrivelmente tensas.

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Como se portarão os laterais diante de um teste do mais alto nível

Existe o consenso de que, se saudável, Éder Militão será o lateral direito titular da Seleção Brasileira na Copa, algo perfeitamente plausível por tudo o que o defensor do Real Madrid entrega. A questão é que problemas de lesão assombram o Militão há anos, e a sua ausência dessa convocação, justamente por conta disso, não é ocasional.

A partida contra a França, em específico, apresentará ao Ancelotti o cenário ideal para testar os seus laterais contra alguns dos melhores pontas do futebol mundial. O Brasil enfrentará uma seleção que conta com nomes como Rayan Cherki, Michael Olise e Desiré Doué, sem falar em Kylian Mbappé e Ousmane Dembélé, dois dos melhores atacantes do mundo.

Quanto ao que se espera de Gabriel Magalhães e Marquinhos, não há muitas dúvidas, mas o cenário das duas laterais, particularmente sem Militão, gera mais preocupações mesmo com escolhas conservadoras.

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Ausência de Bruno Guimarães apresenta um desafio

Oito anos atrás, muito se falou sobre o quanto a Seleção Brasileira sentiu a ausência do suspenso Casemiro no jogo de quartas de final contra a Bélgica. O experiente Fernandinho entrou no seu lugar e não foi bem na partida que resultou na eliminação da Seleção Brasileira.

Enquanto Casemiro e Bruno Guimarães se estabeleceram como a dupla de volantes titular da Seleção Brasileira, com o treinador italiano desbloqueando a melhor versão de Bruno na seleção, as alternativas não são tão claras. Todos os nomes que foram testados ainda não se estabeleceram como escolhas indiscutíveis.

Essa data FIFA na qual Bruno Guimarães não está disponível por lesão fornece a Ancelotti a chance de testar diferentes soluções. O jovem Andrey Santos ganhou mais minutos com a troca de técnicos no Chelsea e pode cumprir diferentes funções, assim como já fez nos Blues nesta temporada. Danilo e Gabriel Sara, embora jogadores diferentes, ambos vêm se destacando por valências ofensivas e Fabinho traz toda a sua experiência e leitura de jogo.

Novidades no ataque sem muito tempo para se provar

Um jogador que encontrou o seu melhor nível sob o comando de Carlo Ancelotti nos tempos de Real Madrid, Rodrygo sofreu uma lesão grave e está fora da Copa, dando ao Brasil pouco tempo de encontrar suas melhores escolhas no ataque sem a disponibilidade desse jogador que vinha sendo titular sob o comando de Ancelotti.

Pelo que já fez na seleção em pouco tempo, Estêvão muito provavelmente chega para a Copa como um titular e ele também não está presente nesta convocação, apenas recentemente voltando de lesão. Sem Estêvão, por enquanto, e se reajustando sem Rodrygo, Ancelotti formará um ataque bem diferente do que ele utilizou em compromissos anteriores da Seleção.

Vice-artilheiro da Premier League, Igor Thiago recebeu sua primeira convocação, trazendo um estilo que só ele tem como um nove mais tradicional. João Pedro e Matheus Cunha chegam já consolidados em grandes times ingleses e jovens como Rayan e Endrick ganham a primeira oportunidade de impressionar Ancelotti. Alternativas não faltam para um ataque que inevitavelmente terá bastante mobilidade.

Odds para o Brasil ser campeão da Copa do Mundo

Este artigo foi escrito por um redator parceiro via Spotlight Sports Group. Todas as odds exibidas nesta página correspondem às disponíveis no momento da produção do texto e podem ser retiradas ou alteradas a qualquer momento.

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