Álex Márquez não é apenas “o irmão de Marc”, mas um bicampeão mundial e um dos pilotos mais talentosos e consistentes do motociclismo mundial. Lembramos agora os momentos-chave de sua carreira e seus desafios para 2026.
Desde seus primeiros passos nas categorias menores até se consolidar na elite do MotoGP, o piloto espanhol nascido em 1996 tem sido um exemplo de constância na construção de uma carreira que o levou a conquistar dois títulos mundiais: Moto2 e Moto3.
Local e data de nascimento | Cervera (Espanha), 23/4/1996 |
Equipe actual | BK8 Gresini Racing MotoGP |
Equipes anteriores | Repsol Honda, LCR Honda |
Estreia na MotoGP | Grande Prêmio de Espanha 2020 |
Títulos Mundiais | 1 Moto3 (2014) e 1 em Moto2 (2019) |
Álex Márquez deu os seus primeiros passos no Campeonato do Mundo a bordo de uma Suter-Honda com a equipe Estrella Galicia em 2012, demonstrando desde o primeiro momento o seu enorme talento. Um ano mais tarde, já com uma moto KTM, foi proclamado rookie do ano.
Em 2024, alcançou a consagração definitiva ao ser proclamado Campeão Mundial de Moto3 graças a uma grande regularidade que incluiu três vitórias e 10 pódios, confirmando-se como um dos jovens pilotos mais promissores do motociclismo internacional.
A mudança para a Moto2 em 2015, na equipe Estrella Galicia e com uma moto Kalex, não foi fácil. As duas primeiras temporadas foram de adaptação e aprendizagem.
Nos dois anos seguintes (2017 e 2018), Álex era considerado o favorito ao título no início da temporada, mas as numerosas quedas, cinco em cada temporada, impediram-no de lutar pelo campeonato nesses dois anos.
Apesar disso, sua perseverança foi recompensada em 2019, quando teve uma temporada extraordinária, dominando o campeonato com autoridade e sagrando-se Campeão Mundial de Moto2.
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Sua chegada à MotoGP representou o maior desafio de sua carreira esportiva.
Ele deu o salto para a categoria máxima na temporada 2020 na equipe Repsol Honda HRC, dividindo o box com seu irmão Marc Márquez. Naquela temporada, ele subiu duas vezes ao pódio: em 11 de outubro na França e em 18 de outubro em Aragão.
Na temporada de 2021, ele muda de equipe e passa a integrar a equipe LCR de Lucio Cecchinello, onde permanece por duas temporadas, mas com um papel discreto.
Já na temporada de 2023, ele une seu destino à equipe Gresini, e é aqui que sua carreira se caracteriza por um crescimento progressivo, com melhores resultados, pódios e atuações cada vez mais competitivas.
No ano seguinte, ele conseguiu sua primeira vitória no Circuito de Jerez e completou um excelente ano, mostrando que é mais do que o irmão do multicampeão, mas um excelente piloto por seu próprio mérito, terminando como vice-campeão mundial atrás de Marc e à frente de Francesco Bagnaia.
Para vencer o Mundial de MotoGP: 7,00